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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Vereador retruca comentário de Saul Estevam sobre o caso de João Fernandes:

Vagner: "motivos graves"
"Olá Saul, gostaria de dizer que sei sim todos os motivos. Principalmente, motivos graves que que pode deixar muita gente em maus lençois. Relativo ao piso dos professores, quero dizer que o seu vereador, não sabe nem o que estava sendo votado. Aliás, foi o único que votou contra. A prova que ele não sabe votar, é que ele não votou nem a favor dele mesmo, quando acusado de improbidade adminstravitva pelo o TCU. Lembra? Não jogue palavras ao vento, pode prejudicar muita gente próximas a vc."

Vagner Souza, vereador de Campo Grande (PV)

* Imagem CG News

Um comentário:

Saul disse...

Wagner, os maus lençóis podem incluir muita gente e tenho certeza que a mim não. Mas te digo uma coisa, se sabe de algo: FALE.
Sobre o caso do TCU, pelo que sei, João foi absorvido. Sei ainda de tudo que Jacy fez contra ele, do mesmo modo que sei o que você e Arnaldo fizeram por ele se negar a votar em você pra presidente da Câmara. Sei ainda que ao saberem que Antônio Holanda ganharia a chefia da casa, e não você, seu amigo Arnaldo Bezerra, como presidente, quis trazer novamente os problemas com o TCU. Sei ainda que o PV tem mais passe livre que o próprio partido do prefeito e do PT. Sei ainda dos acordos que são feito nos bastidores. Sei de tanta coisa...
Sobre o piso dos professores, João sabia muito bem o que estava sendo votado. E você também. Não a toa que ele foi procurado por diversos educadores, como Cacilda e Ilma Freitas, para que votasse contra a diminuição do piso dos professores. Sei ainda que você e Arnaldo encabeçaram o projeto, do mesmo modo que muitos vereadores queriam. Sei ainda como educador a importância de minha profissão. Sei o valor gasto com salários de políticos. Sei ainda que infelizmente ele é desproporcional ao salário que os professores do município ganham pra dar conta diversos aluno. Sei também que o principal intuito de vocês era ir de encontro com o piso salarial dos nossos professores. ISSO É FATO.
Mas hoje fui surpreendido que você e Arnaldo estariam interessadíssimos na melhoria de nossa educação. Achei um pouco contraditório, haja vista que o projeto foi retirado em face ao posicionamento do STF. E não quero que minha iniciativa de rechaçar essa contradição seja vista como pessoal, mas o posicionamento de um educador e o ato de levantar a bandeira da classe a que pertenço.
Ah, até mesmo indicaria um bom projeto pra você e Arnaldo apresentarem à Câmara: dê boas garantias de ensino aos alunos e voluntários do abrindo caminhos. Acredito que seria mais interessante que gastar um bom dinheiro com o festival da cachaça. Ao mesmo tempo que indico isso, sei a impossibilidade, haja vista que vocês não dariam crédito a um projeto coordenado por Caramurú. Sei quais são as intenções de vocês, sei ainda da incapacidade para chegarem a vôos mais altos.
Sobre a sua ameaça, eu não tenho medo nenhum. E acredito que você não deveria ter receio de tomar alguma medida contra quem quer que seja, desde que elas estejam erradas. Inclusive a mim. Mas pode ter certeza que você não vai encontrar nada que suje meu nome. Consegui tudo com muito esforço e com a ajuda de meu pai, minha irmã, meus tios e outros parentes, inclusive João e Norma Almeida, a quem a todo momento você e Arnaldo tentam diminuir. Talvez por ter chegado em Campo Grande agora você não saiba da importância política dos dois, inclusive da última na eleição do ex-presidente da Câmara.
E como anteriormente foi dito por um anônimo e você pense que pode sujar meu nome com o fato d’eu ter tido um cargo na gestão de Bebeto, garanto ainda que me desdobrei para fazer meu trabalho, conforme o cargo exigia. E pode procurar na legislação que em nenhum momento fui de encontro com a mesma.