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| Sarah: "(...) os bárbaros não morreram" |
"Caríssimo, não o há o que ressuscitar, esses gestos arcaicos e bárbaros ainda não morreram, andam por aí na maioria das vezes livremente e impunemente.
O pior é quando eles acontecem e as pessoas mais inocentes e alheias a tudo chegarem a acreditar que o culpado foi o morto e não quem praticou o crime, vc sabe que tem quem chegue a pensar assim."
Sarah Albuquerque é enfermeira campograndense e reside em Natal/RN

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